Reflexões sobre a Pós-Modernidade

Em 1989, o escritor Francis Fukuyama lançou os livros o fim da História e o ùltimo Homem. Ele defendeu a tese de que nunca mais haverá transformações históricas profundas. A humanidade atingiu o ponto máximo: o capitalismo e o liberalismo político serão eternos. A partir de agora, todos devemos esquecer os debates filosóficos e as manifestações artísticas de varguarda. As idéias revolucionárias fazem parte do passado. Nosso presente e futuro é fazer compras no Shopping, assisitr a tevê, acessar a internet, andar na moda, votar nos candidatos liberais.
O filósofo alemão Jurgen Habermas critica os defensores da pós-modernidade. Para Habermas, o projeto iluminista de um movimento universal de emancipação humana, baseado na razão e no livre diálogo, ainda é válido porque nunca foi concretizado. O projeto iluminista não fracassou: ele ainda não triunfou. A professora Marly Gribel propõe a seus alunos uma reflexão sobre a pós-modernidade e um convite à mudança:" o objetivo principal hoje não é descobrir o que somos, mas recusá-lo"(FOUCAULT, Michel)

1 comentários:

  1. Daniel Ruas disse...:

    Legais as reflexões sobre a pós-modernidade. Marly visite meu blog, chama-se: tonahistoria.blogspot.com.

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Professora de história, pós - graduada em história geral pela UFMG e em Novas Tecnologias na educação pela UNIMONTES.

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14:09 29/07/20103